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SEGURANÇA

Suspeitos de homicídios são identificados pela Polícia Civil

15/05/2018 08:25
Francine Ferreira

A Polícia Civil de Criciúma e Forquilhinha segue com os trabalhos de investigação a respeito dos dois casos de homicídio registrados no último domingo. Em ambas as situações, os suspeitos de serem os autores dos assassinatos já foram identificados.

Em Criciúma, o caso trata do homicídio de Rodrigo Padilha, de 28 anos, asfixiado por um colega de cela na galeria E do Presídio Santa Augusta. O inquérito policial está a cargo da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Criciúma e, conforme o delegado da Divisão de Homicídios, André Milanese, o detento autor do crime assumiu a autoria assim que o fato foi descoberto.

“Só que ele acabou não sendo interrogado no dia, por isso marcamos uma oitiva para ouvi-lo ainda nesta semana. O que se tem de informações até agora aponta a motivação para uma desavença entre os dois envolvidos, que teria sido ocasionada por uma tentativa de violência sexual por parte da vítima, contra o autor”, explica a autoridade policial.

Em Forquilhinha, autor se apresenta

Já no caso de Forquilhinha, o suspeito se apresentou na delegacia na tarde de ontem, juntamente com seu advogado, para prestar suas declarações e assumir a autoria dos fatos. “Com base nisso, constatamos que o motivo do homicídio foi fútil. Dessa forma, já representamos pela prisão preventiva do suspeito no início da tarde e, agora, aguardamos a manifestação do Poder Judiciário”, completa o delegado de Polícia Civil de Forquilhinha, Cícero Costa Aguiar.

No município, Adão Paulo Machado, de 33 anos, foi assassinado na manhã do último domingo, na comunidade de São Pedro, próximo à divisa com Maracajá. A vítima foi alvejada com três disparos de arma de fogo, que atingiram a região do tórax e quadril.

Testemunhas contam que o autor chegou ao local em uma motocicleta Honda Bross de cor vermelha, efetuou os disparos e fugiu em seguida. A motivação giraria em torno de um desentendimento entre ambos, ocasionado por uma dívida de R$ 150 que o suspeito teria com a vítima e de uma briga registrada por conta desse fato no dia anterior.

Além disso, duas pessoas que testemunharam o crime ainda devem prestar depoimento: o tio da vítima, que a socorreu e encaminhou ao Hospital Regional de Araranguá, e um adolescente que também estava no local quando o homicídio foi registrado.

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