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SEGURANÇA

"Matei porque ela não ficou calada", diz latrocida que vitimou universitária

18/05/2017 18:31
Foto por Diogo Contra o Crime (Foto: Diogo Contra o Crime ) Clique para Ampliar
Talise Freitas

"Ele relatou que invadiu a casa porque estava em fuga após cometer um furto mediante arrombamento e sendo perseguido e que matou a moça porque ela não obedeceu ao pedido de ficar calada". Esta foi uma das frases do depoimento do criminoso que matou uma universitária de 21 anos no fim da tarde de terça-feira, no Bairro Erechim, em Balneário Arroio do Silva, reproduzido pelo delegado Wellinton Marlon Bosse.

O gaúcho Márcio dos Santos Salgado, de 30 anos, já teve a prisão em flagrante convertida em preventiva.

Além do roubo que resultou na morte de Francine da Silva Peres, surpreendida após sair do banho, ainda no banheiro da casa da tia, e que teria destino à faculdade em Criciúma, onde cursava Fisioterapia na Unesc, o latrocida confessou mais um crime.

Trata-se do homicídio de Joelci João Inácio, de 50 anos, por dívida de drogas, ocorrido na noite de domingo. O corpo dele foi encontrado já em estado de putrefação, em casa, no mesmo bairro, no mesmo dia, após a confissão. Ambas as vítimas foram assassinadas com facadas no pescoço.

Márcio já tinha diversas passagens policiais, dentre elas por dois homicídios, roubos e porte ilegal de arma. Após esfaquear Francine, ele roubou a pasta com materiais do curso da vítima, relógio, celular e um secador de cabelo.

Segundo o delegado, o autor estava há dois meses na cidade praticando furtos.

"Inclusive, relatou que tinha perdido as contas de quantos já havia praticado e que escolheu se esconder em Arroio do Silva pelos crimes cometidos no estado vizinho", expõe a autoridade policial.

O corpo de Francine, que deixa um filho de dois anos, foi sepultado na tarde de ontem, em Araranguá.

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