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SEGURANÇA

Início de semana trágico no Sul catarinense

12/06/2018 08:55
Foto por Ketully Beltrame/Portal Sul In Foco (Foto: Ketully Beltrame/Portal Sul In Foco) Clique para Ampliar
Francine Ferreira

A segunda-feira foi de registros trágicos por municípios do Sul catarinense. Duas pessoas morreram em uma colisão de trânsito na SC-108, no fim da tarde de ontem em Orleans, e uma criança acabou indo a óbito em Braço do Norte, após ser atropelada acidentalmente pelo próprio pai no período da manhã.

No fim da tarde de ontem, na Rodovia SC-108, acesso norte de Orleans, um acidente resultou na morte de um idoso, 83 anos, e uma mulher. Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMRv) de Gravatal, um automóvel Fiat Palio e um caminhão baú Mercedez Benz se envolveram em uma colisão lateral, que acabou levando a óbito duas pessoas que estavam no carro e deixando mais uma passageira ferida, de 27 anos.

O Corpo de Bombeiros de Orleans e Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) foram acionados e, ao chegarem ao local, perceberam que uma das vítimas já estava sem os sinais vitais. As outras duas foram encaminhadas à Fundação Hospitalar Santa Otília, mas uma não resistiu e faleceu no hospital.

Posteriormente, o Instituto Médico Legal (IML) de Criciúma esteve no município para recolher os corpos das vítimas.

Comoção em Braço do Norte

A morte da menina de um ano e seis meses, Jennifer André Warmling, em Braço do Norte, causou comoção em toda a região. O pai da criança pilotava um trator na manhã de ontem e acabou atropelando a filha sem perceber, ao manobrar o veículo, na comunidade de Rio Carolina. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encaminhou a vítima ao Hospital Santa Terezinha. No entanto, ela não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.

Conforme o delegado da Polícia Civil de Braço do Norte, Bruno Marinho Martins, um inquérito policial já foi instaurado para apurar os fatos. “Ontem realizamos uma investigação preliminar, eu mesmo estive no local para efetuar um levantamento e ouvir o pai da vítima. Trata-se de um homicídio culposo na direção de veículo automotor, mas nesses casos pode existir perdão judicial. Se a pessoa sofrer com o próprio ato, uma pena pode se tornar desnecessária. No entanto, apenas um juiz tem a competência para conceder esse perdão”, explica.

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