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SEGURANÇA

Implantação do serviço aeromédico emperra e gera revolta

07/08/2018 08:25
Foto por Daniel Búrigo (Foto: Daniel Búrigo) Clique para Ampliar
Francine Ferreira

Com alegação da falta de recursos e profissionais para serem remanejados pelo Governo do Estado, a implantação do serviço aeromédico no Sul catarinense segue emperrada. A situação, cujo pleito é solicitado há tempos pelo Serviço Aeropolicial (Saer) da região, tem gerado revolta, quando comparada aos investimentos feitos na mesma área, só que no Oeste de Santa Catarina.

No último mês de maio, o Governo do Estado anunciou que o serviço aeromédico para o Sul catarinense seria implantado de forma parcial, utilizando-se a aeronave do Serviço Aeropolicial e profissionais do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) quando fosse necessário. No entanto, a ideia se mostrou inviável na prática, após testes da equipe de voo do Saer Sul, por conta do tempo de resposta demorar mais que o ideal para atendimentos aéreos de urgência e emergência.

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