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SEGURANÇA

Caso Ivonete: testemunhas de defesa são ouvidas em Araranguá

14/07/2017 06:30
Francine Ferreira

Durante os dois últimos dias foram ouvidas pelo juiz titular da 1ª Vara Criminal de Araranguá, Guilherme Mattei Borsoi, as testemunhas de defesa do delegado Jorge Giraldi e do policial civil Jaques Douglas de Oliveira, acusados de homicídio qualificado pelo assassinato de Ivonete Mezzari Genuíno em fevereiro de 2012. Com isso, essa fase de oitivas de testemunhas foi finalizada no município.

De acordo com o promotor da 4ª Promotoria de Justiça da Comarca de Araranguá, Gabriel Ricardo Zanon Meyer, que acompanha o caso, ainda existem testemunhas a serem ouvidas em outras comarcas, tanto de defesa quanto de acusação. “Desta forma, a defesa pediu e o Ministério Público concordou que o interrogatório dos acusados seja feito somente ao fim do processo. Para isso, ainda não se tem uma data definida. Aguardaremos que sejam juntados aos autos os laudos periciais que faltam e as cartas precatórias mandadas para outras comarcas, para que sejam ouvidas as demais testemunhas. Depois do cumprimento de diligencias deve ser definida a data das oitivas dos acusados, seguidas pelas alegações finais. Por fim, caberá ao juiz a decisão de remeter, ou não, o julgamento a um Tribunal do Júri”, explica.

O promotor ainda acrescenta que a decisão final será individual. “Ou seja, o juiz pode decidir levar, ou não, para o Tribunal do Júri, nenhum, apenas um ou os dois acusados”, finaliza.

O caso

Ivonete Mezzari Genuíno, encontrada morta em fevereiro de 2012, com tiros no rosto e nos braços, dentro de um carro em uma estrada do interior de Balneário Arroio do Silva. Na época, no banco de trás do automóvel também foi encontrado um bebê na cadeirinha, filha de Ivonete com o delegado, Jorge Giraldi. A vítima era sua ex-mulher.

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