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Textos: Denis Luciano Fotos: Denis Luciano
Prima pobre do Parque das Nações
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Um contraste curioso marca o bairro Próspera. De um lado da Avenida Centenário, o Parque das Nações Cincinato Naspolini, impecável, limpo e bem cuidado. De outro, a velha Praça da Chaminé, com seus buracos, petit-pavé revirado, capim alto e entulhos acumulados, lixeira transbordando e lixo espalhado.
Ainda assim, há quem opte pela praça antiga. "Tem quem chame ela de prima pobre por aqui", comenta o aposentado Valdir Farias, 76 anos, que vez por outra caminha na Praça da Chaminé. A reportagem do Clicatribuna visitou o local em 9 de janeiro, constatou o abandono e, 35 dias depois, os problemas persistem.
Neste período, duas frentes de trabalho foram abertas. Uma atua na recomposição do petit-pavé e outra abriu um buraco em uma das vias internas da praça. Ainda assim, há quem opte pelo espaço antigo para sua recreação e lazer. "É uma praça agradável", diz o massagista Paulo Sérgio Patrício, que levou suas filhas para brincar na Praça da Chaminé.
Visitada pela reportagem do Clicatribuna no dia 9 de janeiro, a Praça da Chaminé segue praticamente no mesmo estado. Depois de 35 dias o que se percebeu no espaço, um dos mais antigos pontos de lazer de Criciúma, foi a abertura de duas frentes de trabalho, uma que começou a recuperar o petit-pavé da calçada e outra que escavou uma ruela interna.
"Eu já conversei pessoalmente com o prefeito e ele disse que tem projeto bom para cá", conta o morador José Nunes Teixeira, que há 50 anos reside nas redondezas e frequenta a praça. Ele aponta outro problema. "A iluminação é precária, dá medo de vir aqui à noite". A Secretaria de Infraestrutura está atuando na recuperação da Praça da Chaminé mas não tem prazo para conclusão das obras.
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