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GERAL

Morre Champignon, ex-baixista do Charlie Brown Jr.

09/09/2013 10:59
Stephanie Barbosa / Redação - reportagem@atribunanet.com

Depois de Alexandre Magno Abrão, o Chorão, outro integrante do Charlie Brown Jr., Luiz Carlos Leão Duarte Junior, o Champignon, foi encontrado morto em São Paulo. Ao contrário de Chorão, que morreu em março por uma overdose de cocaína, Champignon veio ao óbito depois de levar um tiro na cabeça. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, ele foi encontrado morto em seu apartamento na madrugada desta segunda-feira, 9. As câmeras de segurança do prédio foram entregues pelo síndico esta manhã à polícia. O caso será investigado pela 89ª Delegacia de Polícia, em São Paulo.

Aos 35 anos, Champignon deixa uma filha de sete anos do primeiro casamento, a atual esposa, a catarinense Cláudia Campos, grávida de cinco meses, e a liderança da banda “A Banca”, formada depois da morte de Chorão e composta pelos músicos que faziam parte do Charlie Brown Jr. Mesmo com o novo trabalho, os músicos se preparavam para lançar o último CD do Charlie Brown, gravado antes da morte de Chorão, e intitulado de “La Família 013” (foto).

Charlie Brown Jr.

Misturando ritmos como rock, hardcore, reggae e rap, o Charlie Brown Jr. marcou gerações de jovens e adultos. Desde 1992, quando a banda foi lançada, o sucesso era nítido, seja pelas músicas envolventes, pelas letras que punham a população a pensar, ou pelo carisma do vocalista Chorão, principal referência do grupo. No início os palavrões deixavam as canções mais pesadas. Com o tempo, e certo amadurecimento, as músicas mantinham as reflexões, mas já não possuíam palavreado tão agressivo.

Na televisão, o maior sucesso do Charlie Brown foi “Vou te levar”, que por anos esteve na abertura da novela teen Malhação, da Rede Globo. Este ano, a música “Pontes indestrutíveis” (vídeo), também do grupo e composta por Chorão, figura na novela Amor à vida, também da emissora.

Boom de vendas

Na semana da morte do líder, Chorão, a venda de discos da banda disparou. A coletânea de 1997 a 2007 ficou na segunda posição dos álbuns mais vendidos no dia 14 de março, oito dias depois do falecimento do vocalista. 

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