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GERAL

HRA precisa ser reestruturado para iniciar atendimentos

12/01/2018 09:05
Foto por Clique para Ampliar
Francieli Oliveira
Oesperado acordo entre o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde) e o Instituto de Desenvolvimento da Educação e Assistência à Saúde (Ideas) aconteceu ontem. Em seguida, os funcionários desocuparam o Hospital Regional de Araranguá (HRA). A expectativa é que até a próxima segunda-feira os atendimentos no pronto-socorro sejam reiniciados, porém a condições em que se encontra a instituição hospitalar, sem muitos equipamentos essenciais, é uma preocupação.
 
De acordo com o diretor do Ideas e que estará à frente do HRA, Leon Iott, ainda não é possível especificar quais as condições do local, mas há informações da falta de muitos equipamentos como carrinho de emergência, desfibrilador e carrinho de anestesia. “Sem esses equipamentos, não há condições de abrir o hospital e colocar as pessoas em risco, mas precisamos de pelo menos dois dias para fazer essa análise e saber quais são as condições para definir uma data”, afirma Iott.
 
A partir de hoje, uma equipe do Estado irá realizar o inventário para saber a real situação deixada pela SPDM. Enquanto isso, pelo menos até sábado, a Secretaria de Saúde de Araranguá mantém reforço na equipe da Unidade de Pronto-atendimento (UPA).
 
O Ideas assume o HRA pelo período de seis meses até que o Estado elabore edital para a contratação de uma Organização Social de forma definitiva. O contrato é de R$ 3,65 milhões/mês. A chamada de emergência ocorreu após o rompimento com a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM).
 
Leia mais detalhes sobre o caso no jornal A Tribuna desta sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

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