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GERAL

Forquilhinha: uma cidade de cidadãos educados, religiosos e trabalhadores

26/04/2018 07:00
Foto por Daniel Búrigo (Foto: Daniel Búrigo) Clique para Ampliar
Lucas Renan Domingos

Em 1912, Forquilhinha era colonizada por imigrantes alemães. Mas, apesar de ainda carregar os costumes e arquitetura germânica, foi com a chegada também dos italianos, portugueses e poloneses que a cidade começou a se desenvolver. Em 26 de abril de 1989, o município deixava de ser um distrito de Criciúma e alcançava a sua emancipação político-administrativa. A data completa 29 anos hoje.

A primeira tentativa de emancipação aconteceu em 1980, mas foi somente em 1989, com um plebiscito, que o processo aconteceu. O primeiro prefeito eleito, Vanderlei Ricken, lembra dos desafios enfrentados para iniciar o crescimento do munícipio.

“Nós tínhamos que justificar a emancipação. Então iniciamos a estruturação das leis municipais, compramos terras para começar a florescer a nossa vocação econômica, que é a agricultura, e fizemos outras grandes ações sempre com a visão de futuro. Depois disso, Forquilhinha começou a crescer. No primeiro momento, a gente já começou a notar que as coisas estavam funcionando, os comerciantes investindo, o dinheiro girando na cidade  e também o desenvolvimento”, detalhou.

Para o atual prefeito, Dimas Kammer, o município foi criado no tripé do trabalho, religiosidade e educação. “Logo com a chegada dos imigrantes, eles construíram a primeira escola e a primeira igreja. Por conta do trabalho de cada um deles e de todos os prefeitos que comandaram a cidade e também do esforço dos cidadãos é que Forquilhinha hoje se tornou uma cidade respeitada e crescente”, disse.

Ricken acrescenta ainda que o município passou a ser destaque também na economia nacional. “Se não somos os maiores, estamos entre os grandes produtores de arroz do Brasil e temos diversas indústrias, crescimento do número de empregos e geração de renda. Não vamos dizer que não temos problemas, toda cidade tem, mas estamos consolidados por ter escolhido caminhar com nossas próprias pernas”, finalizou.

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