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OPINIÃO

Os caminhos do insucesso para a instalação da SIDESC – Siderúrgica Santa Catarina – Parte inicial

14/06/2018 06:00
Ruy Hulse - Presidente de Honra do SIECESC

Dentro do contexto de se expandir a indústria siderúrgica no Brasil; o Plano do Carvão Nacional aprovado em 1953, no Governo Juscelino Kubistchek, se previa a construção de uma usina siderúrgica em Santa Catarina (lei 3353).
Nestes próximos artigos deixaremos registrado o insucesso de um projeto que poderia ter sido a entrada de Santa Catarina, na indústria pesada.
Os motivos para implantar à Eletrosiderúrgica foram definidos pelo Gen. Osvaldo Pinto da Veiga, presidente da CPCSN (Comissão do Plano do Carvão Nacional).
O anti-projeto da SIDESC foi enviado ao Congresso Nacional em 1959, sendo constituída uma Sociedade de Economia Mista, em 28 de agosto de 1966 (Lei 4122), designada Siderúrgica Santa Catarina S.A (SIDESC).
Em 1963 no dia 17/06 (Decreto 52.128) foi criado o Grupo Executivo da SIDESC, para estudar a visibilidade técnica e econômica do projeto.
Em razão da expansão e mudança no perfil de produção do setor siderúrgico nacional, excluiu-se a SIDESC desta expansão.
A empresa acabou tendo outra função ao qual seja produzir fertilizante a partir dos rejeitos piritosos.
Em janeiro de 1964 foi publicado o Decreto 60100, passando o empreendimento a ser uma indústria carboquímica; para tanto a SIDESC, em março de 1967 adquiriu o controle da Fertilizante Santa Catarina S.A, criando assim uma subordinaria denominada SIDESC Mineração S.A – SIMISA.
Em junho de 1969, pelo Decreto Lei 631 a razão social da SIDESC passou a ser designada Indústria Carboquímica Catarinense S.A – ICC.
Voltaremos oportunamente ao assunto.

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