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OPINIÃO

O passivo ambiental da Região Carbonífera – 3ª parte

14/11/2018 06:00
Ruy Hulse - Presidente de Honra do SIECESC

No artigo anterior aludimos a importância do petróleo, não só na economia nacional como mundial.
A medida da OPEP – Organização dos Países Produtores e Exportadores de Petróleo, das Sete Irmãs (gigantes na produção e comercialização de petróleo) e problemas geopolíticos, pois fim ao preço barato do petróleo e a instabilidade do seu preço. Hoje o preço do barril de petróleo bruto alcançou o preço de U$ 80,00 (oitenta dólares o barril).
Por outro lado existem, basicamente, dois tipos de petróleo o BRENT (mais pesado) cotado na Bolsa de New York e o WIT (mais leve) cotado na Bolsa de Londres, constituindo ambos uma commodity (mercadoria produzidas por poucas empresas e em grande quantidade).
Este conjunto de fatores como dissemos, anteriormente, influenciaram no preço dos outros combustíveis, especialmente, do gás e do carvão.
Todo este contexto exposto nos artigos anteriores e neste, contribuíram para dar origem ao passivo ambiental da nossa região. Evidente que a primeira e segunda guerra mundial e as crises geradas pela OPEP em 1972 e a Guerra Irã/ Iraque foram os acontecimentos que levaram as nossas empresas mineradoras a produzir mais carvão, para que o nosso desenvolvimento não fosse comprometido pela falta de energia. Em todos estes fatos o Governo apelou para que o nosso carvão cumprisse sua missão salvadora, uma vez que, cessada as dificuldades com que se defrontava, pelas razões expostas, ele Governo, virou as costas para o nosso carvão.
Já é tempo do Governo valorizar definitivamente nosso carvão, não só como insumo para geração de energia elétrica, como matéria prima da qual podemos retirar, através da sua gaseificação, uma série de subprodutos.

Voltaremos oportunamente ao assunto.

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