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OPINIÃO

Mesmo com recessão, estímulo ao empreendedorismo mantém registro de marcas em alta

08/07/2017 06:00
Giovani Bertan Advogado e Agente da Propriedade Industrial da Apta Marcas e Patentes

O decréscimo do Produto Interno Bruto (PIB) nos últimos anos e a estagna-ção na economia não se refletiram no registro de marcas junto ao órgão responsável, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O depósito de novas denominações apontou um aumento de quase 5% em 2016 no comparativo ao mesmo período de 2015.
De acordo com o presidente do INPI, os números ressaltam o empreendedo-rismo do brasileiro. "Mesmo na crise, os pedidos de marcas vêm aumentando, e isso pode ser um indicador de que pessoas que antes trabalhavam talvez tenham saído dos seus empregos, pegaram seu Fundo de Garantia e montaram uma pequena empresa para trabalhar por conta própria", analisa Luiz Otávio Pimentel.
Com mais de quarenta anos de existência, o INPI é o órgão responsável por assegurar aos inventores o direito à sua criação, que podem ir desde marcas a sistemas de computadores, passando por desenhos industriais e transferência de tecnologia. Tais indicadores do regis-tro de marca são também observados no sul do Estado. Percebemos o quanto o empresário precisa inovar no seu negócio, criar novas estratégias e mercado. E assegurar o bem maior de sua compa-nhia vem ao encontro de tudo isso.
De outra forma, a elevação na pro-cura reflete na segurança para o negócio principalmente pelo advento da internet. A abrangência de uma empresa que antes era só local, por meio da web pode se tornar referência não só em todo o País, assim como a nível internacional.
Sendo estas as considerações, só devemos apostar no quanto a Propriedade Industrial e o registro de marcas tendem a crescer em nossa região.

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