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OPINIÃO

A importância dos carvões – 3ª parte

15/02/2019 06:00
Ruy Hulse - Presidente de Honra do SIECESC

A importância dos diversos tipos de carvões foi evidenciada, no artigo anterior, quando publicamos os dados fornecidos pelo “Anuário do Carvão Mineral” editado pelo SIECESC, onde se registra a produção mundial dos diversos tipos de carvão de 2009 a 2016.
Na mesma fonte fomos buscar, os dez países detentores das maiores reservas mundiais de carvão recuperável (podendo ser explorado e economicamente utilizado), em bilhões de toneladas:
EUA – 237; Rússia – 154; China – 115; Índia – 61; Austrália – 78; Alemanha – 41; África do Sul – 30; Ucrânia – 34; Cazaquistão – 31; Polônia – 6.
Em Santa Catarina o carvão recuperável CE-4500 utilizado na Central Termelétrica de Capivari é resultante do beneficiamento do carvão dito bruto (ROM – Room of Mine), produzido em seis empresas mineradoras.
Lembremo-nos que sempre que ocorreram, principalmente, conflitos internacionais foi o carvão catarinense, e em boa parte o carvão gaúcho que socorreram o país fornecendo a energia necessária para que o Brasil, não tivesse suas atividades econômicas comprometidas.
Passaremos a registrar os dez países mais produtores de diversos tipos de carvão, em milhões de toneladas:
China – 3.243; índia – 708; EUA – 672, Austrália – 503; Indonésia – 461; Rússia – 366; África do Sul – 257; Alemanha – 176; Polônia – 131; Cazaquistão – 98.
As fontes dos valores acima estão referidas na revista “Anuário do Carvão Mineral – www.siecesc.com.br” que transcreveu os dados da Associação Mundial do Carvão – www.wordcoal.org .

Voltaremos oportunamente ao assunto.

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