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ESPORTES

Zé Carlos indicando os caminhos

18/10/2018 09:55
Foto por Guilherme Hahn (Foto: Guilherme Hahn) Clique para Ampliar
Lucas Renan Domingos

Ao lado do goleiro Luiz, com 35 anos, Zé Carlos é o jogador com a maior idade entre os jogadores do Criciúma. Experiente não só nos anos de vida, mas também dentro de campo, com a bola nos pés, recai sobre ele, muitas das vezes, a responsabilidade de cobrar os parceiros, um pouco mais novos, do time. Os que mais sofrem, lógico, são os que jogam ao seu lado no ataque, ali onde ele sabe como jogar. “Pô, Feijão. Daí eu vou ter que ficar correndo atrás dos caras. Faz a nossa jogada”, reclamou Zé da marcação de Vitor Feijão, durante o jogo de terça-feira no Heriberto Hülse.

Se a fase não é boa como naquele saudoso ano de 2012, quando o atacante virou ídolo da torcida carvoeira ao marcar 45 gols na temporada, em 2018 são apenas oito até o momento, o jeito é ajudar a equipe de outra forma. Ele não se importa de abandonar o título de artilheiro para contribuir de uma maneira diferente, repassando aos companheiros, dicas do que aprendeu ao longo da carreira.

“Eu nunca pensei na minha vida só em mim. Acho que se os gols estiverem saindo, a vitória vindo também e a gente vencendo, isso é o mais importante, independentemente de quem fizer o gol”, destacou Zé Carlos.

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