Política
Textos: Denis Luciano Fotos: Denis Luciano
E o restaurante popular?
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No segundo semestre de 2009 surgiu a informação de que Criciúma poderia ganhar um restaurante popular. Tempos depois, em janeiro de 2010, líderes sindicais chegaram a se reunir com o prefeito Clésio Salvaro para tratar do empreendimento. Se divulgou, à época, que seria possível servir refeições para trabalhadores por R$ 1 ou R$ 1,50.
Porém, o tempo passou e o assunto não evoluiu. Muita burocracia, contam partes envolvidas. Representantes da Prefeitura mantiveram algumas audiências em Florianópolis para tentar, junto a superintendência estadual do INSS, a liberação do prédio considerado ideal, que é a atual sede do Posto de Atendimento Médico (PAM), na rua João Pessoa, no Centro.
"Não conseguimos a liberação do prédio pelo INSS", lamenta o prefeito, apontando este fator como capital para que o restaurante não fosse aberto. Salvaro não descarta, no futuro, promover um tombamento do prédio e transforma-lo em um museu ou algo do gênero, dentro dos fins permitidos em casos como este.
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