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Textos: Redação Fotos: Arquivo
Cerca de 30% ainda não têm cartão do transporte coletivo
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Das 1,5 milhão de vezes que alguém entra em um ônibus municipal todos os meses em Criciúma, em cerca de 450 mil o pagamento é feito em dinheiro. Em funcionamento há oito anos, o sistema de bilhetagem eletrônica ainda não é a preferência de 30% dos cidadãos, segundo o diretor da Associação Criciumense de Transporte Urbano de Criciúma (ACTU), David Tiscoski.
“Até praticamos um preço diferente entre quem usa cartão e quem paga com dinheiro (R$ 2,50 e R$ 2,80, respectivamente), para estimular as pessoas a aderirem à tecnologia. As vantagens são muitas", lembra.
"Se todos aderissem, conseguiríamos uma economia de escala, as entradas de passageiros seriam mais rápidas e os ônibus não precisariam ficar parados tanto tempo nas paradas”, explica Tiscoski.
Para confeccionar o cartão cidadão, é preciso ir até a sede da ACTU, no subsolo do terminal central, levando um documento de identidade ou documento com foto. Para se cadastrar em outras categorias, como estudante, é preciso levar uma documentação extra, que pode ser conferida no site da ACTU. No momento do cadastro, é preciso realizar uma recarga mínima de R$ 10.
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