Opinião
Capital humano: estratégia imprescindível ao desenvolvimento de Santa Catarina
| Ângela Amin | Coligação Aliança com Santa Catarina
Estratégias voltadas ao desenvolvimento se materializam através da mobilização de diferentes capitais: capital natural, representado pelos recursos naturais; capital econômico, representado por valores econômicos e financeiros; capital tecnológico, representado pelas tecnologias disponíveis, e capital humano, representado pelas pessoas.
Quero, neste artigo, me ater ao ca-pital humano porque, na minha visão, ele não só é o mais importante para uma estratégia de desenvolvimento, como é o único que não pode ser substituído por qualquer outro elemento. Ou formamos o nosso capital humano ou nossas estratégias para o desenvolvimento de Santa Catarina serão sempre ineficazes.
E quando falo em "formar" capital humano, não vejo outra maneira para alcançar esse objetivo que não seja através da educação. Santa Catarina já alcançou o invejável estágio da universalização da educação para crianças e adolescentes. É uma conquista fantástica. Mas ainda não basta. É preciso mais. É preciso educação de qualidade.
Para aferir a qualidade da educação no Brasil o MEC instituiu o "Índice de Desenvolvimento da Educação Básica" - Ideb - e estabeleceu como meta alcançar o índice 6,0 no ano 2022. O índice de Santa Catarina, aferido em 2005, 2007 e 2009, situou-se entre 4,0 e 5,0 para diferentes níveis da educação básica e se destaca como um dos melhores do País.
É muito pouco ter a melhor educação do Brasil. Precisamos ter uma educação capaz de alinhar-se à dos Países mais avançados do mundo. Essa precisa ser a primeira e a mais importante estratégia do nosso desenvolvimento. Será ela que promoverá a necessária competitividade para que a nossa economia, se impondo num mundo globalizado, gere crescentes riquezas para melhorar ainda mais a qualidade de vida da nossa gente.
Essa é a missão que me imponho como futura representante de Santa Catarina. Quero dedicar o máximo dos meus esforços para trazer para Santa Catarina os recursos que forem necessários não só para melhorar a qualidade da educação básica, mas também para propiciar uma educação de qualidade aos jovens e adultos que não tiveram a oportunidade da educação formal.






