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Lucas Rocco

Crescimento

21/10/2017

Por Renato Augusto

Brasil voltou a apresentar crescimento em todas as bases, segundo dados do Monitor do PIB-FGV, divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Houve evolução de 0,2% do PIB em agosto na comparação com julho, no trimestre terminando em agosto, o desempenho foi de 0,6% em comparação com o trimestre terminado em julho. Em ambas as comparações apontam para a terceira variação positiva consecutiva do indicador. Em agosto, a economia continuou a crescer, com o desempenho da agropecuária, mas também de segmentos que, apesar de ainda continuarem em níveis baixos, começam a mostrar sinais animadores. Este é o caso da construção civil e o da formação bruta de capital fixo, que são fundamentais para uma recuperação mais consistente da economia a médio e longo prazo. Em termos monetários, o PIB acumulado até o mês de agosto, em valores correntes, alcançou a cifra aproximada de R$ 4,368 trilhões.

IPCA-15

Subiu 0,34%, levemente abaixo dos 0,35% esperados. O acumulado no ano está em 2,25%, inferior aos 6,11% do mesmo período de 2016. É o menor acumulado para um mês de outubro desde 2006 (2,22%). Nos últimos doze meses, o índice ficou em 2,71%, acima dos 2,56% registrados nos 12 meses imedia- tamente anteriores. O índice de outubro foi influenciado, principalmente, pelos combustíveis: houve alta de 5,36% nos combustíveis domésticos, pertencentes ao grupo Habitação (0,66%), e de 1,29% nos combustíveis de veículos, incluído no grupo Transportes (0,60%). O grupo dos alimentos recuou 0,15%, uma queda menos intensa que a de setembro (-0,94%).

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