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Lucas Rocco

Pressão

26/04/2018

Os mercados de risco pelo mundo seguem sendo desafiados pelo novo cenário, com as commodities mais valorizadas. A bolsa de valores brasileira chegou a recuar mais de 1% neste meio de semana. O Ibovespa voltou para os 84 mil pontos, mas o grande protagonista do pregão foi o dólar.
Acompanhando o movimento de queda das bolsas internacionais e guiado por mais um dia de alta dos títulos do tesouro norte-americanos (Treasuries) de 10 anos, que voltaram a superaram a faixa de 3% pela primeira vez em quatro anos, o dólar rompeu a forte resistência, na faixa de R$ 3,50. A última vez que isso havia ocorrido foi em outubro de 2016.

Treasuries

A elevação na taxa de juros dos títulos da dívida do maior governo do mundo, reduz o apetite dos investidores por ativos de risco, já que os Treasuries são conhecidos por sua segurança, tanto que são considerados o ‘porto seguro’ da economia global. Se o ativo ‘livre’ de risco oferece uma remuneração melhor, ele atrai capital. Essa migração do fluxo financeiro impacta diretamente as bolsas de valores pelo mundo e fragiliza as moedas emergentes.

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