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José Carlos

Fórum Internacional de Tributação acontece esta semana

05/11/2018

P articipar de eventos de atualização e de debate na área de tributos é essencial para os profissionais do setor. Nesses encontros é possível conhecer as tendências e as novas práticas, além de realizar networking, essencial para o desenvolvimento da carreira.
De 5 a 9 de novembro acontece o terceiro Fórum Internacional de Tributação (FIT), com o tema Tributação e Inovação. O evento, que tem apoio especial do Tax Group, é um dos maiores do setor. Busca promover a discussão sobre o tema e sugerir modelos de tributação que propiciem a máxima eficiência ao modelo tributário nacional vigente e, além disso, formular políticas de desenvolvimento para o país.
O evento acontece em São Paulo, no auditório do SESCON, e pretende reunir cerca de 300 participantes. Além disso, as conferências serão gravadas e poderão ser acessadas on-line. O alcance estimado é de mais de 1000 pessoas, entre representantes da classe empresarial, políticos, economistas, contabilistas, advogados, acadêmicos, representantes da Fazenda e outros interessados.
Dos cinco dias de evento, três serão exclusivamente on-line e dois, 8 e 9 de novembro, serão presenciais. Mais de 60 palestrantes qualificados participarão das conferências, entre eles, especialistas nacionais e internacionais. Luis Alberto Buss Wulff Junior, presidente no Grupo Fiscal do Brasil, participará no dia 7 de novembro, em conferência on-line sobre o tema Inteligência Artificial aplicada à Área Tributária. Outros nomes de destaque no evento são Serge Huysmans, Sócio da Ernst & Young; Marta Castelon, Consultora de Tributação Internacional da Ey Alemanha, e Ives Gandra Da Silva Martins, professor emérito da FBT, Parecerista e Advogado.
Para quem quiser participar, há três modalidades de inscrição: O pacote 1 inclui apenas as conferências e os debates on-line. O pacote 2 inclui as conferências e debates online, além das transmissões ao vivo. Já o terceiro pacote inclui as modalidades on-line e a presença no auditório em São Paulo.

Impostos de assustar até a bruxa

O Dia das Bruxas, ou Halloween, foi comemorado na quarta-feira passada, dia 31, e foi de assustar, principalmente no que se refere à carga tributária de artigos tradicionais dessa festa. Para se ter uma ideia, 43,93% do preço de uma máscara são de impostos. Outras tributações de arrepiar são da luva (40,85%), da dentadura de vampiro (40,09%), do chapéu (33,95%) e da fantasia (33,91%). As informações estão em levantamento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
O item mais tributado da lista, encomendada pela ACSP ao Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), é a cerveja (55,6%). Depois vêm maquiagem (51,41%), caldeirão (45,77%), decoração (45,68%), refrigerante (44,55%) e luz negra (44,54%). Guloseimas para a brincadeira do trick or treat (“doce ou travessura” ou “gostosuras ou travessuras” em português), o cenário é amargo; as cargas tributárias do chocolate e da bala são de 38,6% e 36,54%, respectivamente.
“Para que os impostos não sejam de arrepiar nos próximos anos, o novo governo precisa fazer ajustes efetivos e frear o déficit das contas públicas. Os brasileiros são pagadores das maiores taxas de impostos da América Latina. Enquanto no País a carga tributária varia entre 32% e 33% do PIB, a mesma média é de apenas 21% em outros países da região”, afirma Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

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