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José Carlos

CEOs brasileiros esperam crescimento da economia no próximo ano

04/06/2018

Os CEOs brasileiros são os mais otimistas com relação à retomada econômica. Segundo o levantamento, 80% dos entrevistados acredita na melhora da economia global nos próximos 12 meses. É o maior índice, se comparado a executivos de outros países ouvidos pela empresa. Esse otimismo, porém, não é tão elevado quando o assunto é o faturamento de suas empresas dentro do mesmo período. Apenas 39% dos executivos está confiante num aumento das receitas em curto prazo. As expectativas melhoram quando o foco é um período maior, de três anos. Nesse cenário, 54% prevê crescimento das receitas.
Em todo o mundo, 57% dos CEOs acredita na melhora no cenário econômico nos próximos 12 meses e 42% prevê crescimento nas receitas em um ano.
O crescimento dos negócios, porém, exige esforço e diversificação. Para os CEOs ouvidos, esse crescimento se dará por meio de: crescimento orgânico (87%), redução de custos (83%) e parcerias com empreendedores ou startups (70%). As alianças, por sinal, são uma das prioridades dos líderes brasileiros, já que 65% pretende fazer novas alianças estratégicas e 46%, fusões e aquisições para ampliar a rentabilidade dos negócios. Com relação a aspectos que ameaçam o crescimento das empresas, 91% dos executivos no país cita a falta de infraestrutura, 78% o excesso de regulação e 76% o aumento da carga tributária. Nos anos de 2015 e 2016, a carga tributária brasileira chegou a 32,11% e 32,38%, respectivamente, de acordo com a Receita Federal.
Globalmente, os segmentos mais confiantes com o crescimento de seus negócios nos próximos 12 meses são: tecnologia (48%), serviços às empresas (46%) e farmacêutica (46%).

 

Afinal, qual a diferença entre tributo, imposto e taxa?

Como pessoas jurídicas ou como pessoas físicas, convivemos diariamente com uma série de impostos, taxas e outros tributos. Porém, não fica clara a distinção entre esses termos. Hoje, o Tax Group traz uma definição para essas obrigações. Veja abaixo:
O tributo é o termo mais amplo para designar valores recolhidos pelo Estado. O art. 5º da CTN traz a definição da Tripartição, classificando os tributos como impostos, taxas e contribuições de melhoria. Não estão incluídos como tributos aqueles valores ocasionados por sanções ou penas, como multas ou indenizações.
Imposto é, segundo o art. 16 do Código Tributário, “ o tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica, relativa ao contribuinte”. É uma quantia paga por pessoas físicas e jurídicas, utilizada para custear parte das despesas de administração e dos investimentos do governo em obras de infraestrutura, como estradas, portos e aeroportos, e serviços essenciais à população, como saúde, segurança e educação.
Já as taxas são tributos que podem ser cobrados pela União, pelos Estados ou pelos municípios. De acordo com o art. 77 do Código Tributário, elas “têm como fato gerador o exercício regular do poder de polícia, ou a utilização, efetiva ou potencial, de serviço público específico e divisível, prestado ao contribuinte ou posto à sua disposição.”

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