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Francine Ferreira

Da Política

12/01/2018

As “imposições” para ficar

Voltam de férias na próxima semana o prefeito Dimas Kammer e o até então secretário de Saúde de Forquilhinha, Diego Passarela. Logo de cara, uma pauta espinhenta: a exoneração de Passarela, solicitada pelo próprio secretário no último dia 29 de dezembro. A Administração Municipal pediu que ele repensasse a saída. Ele repensou e elencou uma série de fatos – e posições de determinadas pessoas - que precisariam ser alterados para que sua permanência fosse mantida.
Agora, o desenrolar dos encaminhamentos nos próximos dias – mais especificamente o posicionamento que for adotado pelo prefeito – é o que vai determinar a forma como a “banda vai tocar” em 2018. Se Kammer tiver peito para enfrentar certos nomes no Executivo e Legislativo, Passarela fica como secretário. Se não, quem será o novo comandante – com a devida competência para tal - da principal pasta do Governo Municipal?

O fim do contrato

Expectativa segue forte para a confirmação, por parte da Secretaria de Estado da Infraestrutura, que o Governo do Estado realmente participará da manutenção do funcionamento do Aeroporto Diomício Freitas, de Forquilhinha, com a disponibilização de recursos. O contrato emergencial com a RDL Operações Aéreas termina na próxima segunda-feira e, depois disso, uma nova forma de se manter o aeródromo precisa ser viabilizada.
Em média, o aeroporto tem custado em torno de R$ 85 mil por mês para ser mantido em funcionamento para voos particulares. A partir desse novo contrato, a ideia é dividir o pagamento desse montante com empresários. A participação do Governo do Estado ainda não está totalmente definida, mas gira em torno de R$ 40 mil, mesmo valor que deverá ser rateado entre os donos de aeronaves que utilizam o hangar.

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