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Francine Ferreira

O conflito no Clube de Mães I

18/01/2019

Há tempos em conversas de bastidores, os rumores quanto a conflitos internos na Associação dos Clubes de Mães de Forquilhinha estouraram nesta semana, após a divulgação de uma nota de repúdio pela presidente Veliane Dandolini. No pronunciamento, ela vai contra quatro membros da diretoria da associação, que teriam realizado uma reunião no início do mês e lançado um edital de contratação de funcionários sem a sua presença e aprovação.
Na nota, cita que a atitude desqualifica e desrespeita o estatuto e as pessoas que, em 2018, trabalharam em prol da associação. Ainda, que tal ação é contra a permanência dos antigos funcionários “sem motivos aparentes que justificassem a descontinuidade e não contratação destes profissionais para o exercício de 2019, a não ser políticos ou por puro preconceito”.

O conflito no Clube de Mães II

As quatro integrantes da diretoria citadas na nota rebateram as acusações, alegando que a reunião foi convocada pela vice-presidente, como consta no estatuto, porque a presidente não teria dado o respaldo necessário quando solicitado. Denunciaram, ainda, a falta de diálogo entre Veliane e o restante da diretoria, que estaria tomando as decisões sempre sozinha; e citaram possíveis favorecimentos na contratação de determinadas pessoas e interferências externas na administração da Associação dos Clubes de Mães, principalmente da primeira-dama de Forquilhinha, Jane Santos.
As quatro mulheres também anunciaram que, por conta de toda essa confusão instalada, estão renunciando aos cargos para os quais foram eleitas na diretoria, uma vez que não concordam com a forma que a associação está sendo administrada. São elas a vice-presidente Zuladair Terezinha Casagrande, a secretária Marilene Inácio Lazzarin e as conselheiras fiscais Maria de Fátima Pereira Fernandes Cipriano e Ivone Warmling.
Por fim, garantiram que estudam a possibilidade de levar o impasse ao conhecimento do Ministério Público.

O conflito no Clube de Mães III

Por conta de exigências do atual convênio para repasse de recursos à Associação dos Clubes de Mães, a presidente da entidade não pode mais ser a primeira-dama do município. Dessa forma, uma eleição é realizada para definir as mulheres que farão parte da diretoria. Veliane Dandolini é a segunda presidente nesse novo modelo, depois que a primeira eleita renunciou ao cargo.
Citada em meio a esse impasse, sob alegações de que estaria interferindo na administração da associação, a primeira-dama Jane Santos garante que atua na entidade como voluntária e que quem toma as decisões é apenas a diretoria. Confirma que há desavenças internas entre as integrantes, mas alega que é criticada e sofre preconceito por não ser a primeira esposa do prefeito Dimas Kammer.

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