Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página

Adelor Lessa

Pedágio no Sul, sim. Mas com os mesmos critérios do trecho Norte do estado

19/10/2018

Colaboração: Francieli Oliveira   e-mail: politica@atribunanet.com

Não faz sentido o Sul do estado ter cinco praças de pedágio e pagar quase o dobro da tarifa cobrada no trecho Norte. Porque é aí que está problema.
O grito que o Sul está dando não é contra o pedágio. Mas como pretendem implantar.
A BR-101 em Santa Catarina é dividida em Florianópolis. De lá para Curitiba é o lado Norte, e para cá é o lado Sul.
Sendo assim, o pedágio de Paulo Lopes (que não é mais em Palhoça faz anos) está no trecho Sul.
Por isso, somando com as quatro praças de pedágio que o Governo quer implantar por aqui, ficarão cinco no Sul.
Assim, quem sair de Criciúma, ou Jaguaruna, para ir a Florianópolis, ou São José, vai pagar três pedágios. Ida e volta, seis pedágios. Em menos de 200 quilômetros. Não parece correto.
Os estudos técnicos que definiram três praças a partir de Florianópolis até o Paraná não podem determinar mais que três no lado de cá.
Ademais, por que a tarifa no trecho Norte é de R$ 2,70 e para o lado Sul já está em R$ 4,20?
Pela proposta original, seria R$ 3,97, mas a valores de 2016. Fazendo a atualização monetária, vai a R$ 4,20.
A parte mais rica do estado paga mais barato por quê?
O pedágio no trecho Sul da BR-101 virá, não tem volta, é uma necessidade.
Não tem outra saída para garantir estradas seguras e conservadas.
Mas o Sul do estado não pode ser prejudicado, de novo.
Quando fizeram a duplicação, foi só no lado Norte. Para o Sul, nem projeto. E a região perdeu muito, seus indicadores econômicos caíram, as cidades ficaram mais pobres.
Só depois de concluído e entregue o trecho Norte é que começaram a tratar do lado Sul. Deu-se um hiato de praticamente dez anos.
Agora, com as praças de pedágio, que o Sul tenha pelo menos o mesmo tratamento do Norte.

Acélio, novo rumo

O secretário de Saúde do Estado, Acélio Casagrande, está projetando retorno a Criciúma quando deixar o cargo, em 31 de dezembro.
Tem dito aos mais próximos que tem projeto eleitoral a encaminhar na cidade, que pode começar pela sua transferência para o PR.
O assunto estaria sendo tratado em sintonia com o Paço.

Últimas de Adelor Lessa

Veja mais