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Adelor Lessa

Vereadores dão aval à sinaleira colocada na frente do GAC

18/10/2017

A discussão sobre a instalação de sinaleira na frente do GAC, a unidade do exército em Criciúma, apenas para facilitar a entrada de oficiais, foi levada à Câmara de Vereadores ontem à noite.
A engenharia Caroline Zanetti, da diretoria de trânsito da Prefeitura, e o tenente coronel Souza Matos, sub-comandante do GAC, trataram tecnicamente do assunto.
Os vereadores também fizeram a abordagem estritamente técnica.
Mas, no caso, a discussão não deve ser apenas técnica. É mais que isso. É sobre o tratamento diferenciado dado pela gestão pública para casos semelhantes.
Afinal, quantos pedidos de empresas, instituições e contribuintes estão protocolados na Prefeitura (e reforçados na Câmara de Vereadores) para instalação de trevo alemão e sinaleira? São muitos. Dezenas, certamente. Centenas, talvez.
Se pode colocar ali, por que não pode colocar em outro local onde seja difícil cruzar a rodovia por causa do movimento?
Por que tem que parar o trânsito para o pessoal do GAC e não pode fazer o mesmo para entrada em dezenas e centenas de empresas que os funcionários têm que atravessar a pista ou caminhões têm que entrar no pátio para carga e descarga?
Por exemplo: uma empresa que tem 400 funcionários se instalou em Criciúma em 2010 e só fez um pedido à Prefeitura - implantação de um trevo alemão na frente porque são dezenas de carretas que acessam diariamente. E tem mais o pessoal que trabalha no escritório. Mas, neste caso, a prefeitura deu de ombros.
Outro exemplo: as empresas de ônibus e vans que transportam alunos para a SATC pediram uma sinaleira ou um trevo alemão (ou os dois). Até agora, nem resposta foi dada.
Por isso, o que está em discussão no caso do GAC é o privilégio.

BR-285 - garantido!

Com sustentação oral dos deputados Ronaldo Benedet e Jorge Boeira, a bancada catarinense no congresso nacional aprovou ontem à noite, na reunião do Forum parlamentar, emenda coletiva de R$ 70 milhões ao orçamento da União para as obras da BR-285, na Serra da Rocinha (foto).
Os recursos vão garantir a continuidade da obra durante 2018.
A emenda precisará de aprovação no plenário do congresso, mas sendo coletiva, de toda a bancada estadual, a aprovação (e inclusão no orçamento) é segura.
É uma vitória importante para a região. No orçamento original enviado ao congresso tinha menos de R$ 5 milhões. Não daria para nem um mês de obra.

 

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