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Adelor Lessa

PMDB já esteve mais próximo de aliança com Clésio Salvaro

31/05/2016

Não teve rompimento, até porque não eram aliados e não existia encaminhamento formal de aliança. Mas PMDB e PSDB já estiveram mais "alinhados" em Criciúma.
Depois da reunião de Clésio Salvaro e Eduardo Moreira, quando combinaram "parar de brigar" e firmaram um armistício, a aliança para a eleição de Criciúma passou a ser considerada por políticos dos dois partidos.
Mas as reações nas ruas, e nas bases, foram muito fortes. Dirigentes dos dois partidos disseram em privado que ficaram impressionados com as reações.
Além disso, nos dois partidos surgiram movimentos de reação.
No PMDB, o deputado federal Ronaldo Benedet se posicionou contra desde o primeiro momento. Dos quatro vereadores do partido, três preferem composição com o prefeito Márcio Búrigo ou candidatura própria.
No PSDB, o vereador Dailto Feuser deu o "grito", fazendo o primeiro discurso contra aliança com o PMDB. Ninguém mais se manifestou em público. Mas, internamente, ele tem "parceiros".
Por fim, Clésio Salvaro e Acélio Casagrande, que já vinham cumprindo agendas juntos, passaram a cumprir roteiros próprios a partir do fim de semana.
Acélio voltou a falar em ser candidato a prefeito, não a vice, e admitiu até a possibilidade de o PMDB disputar a eleição com chapa pura.
Mas, no ambiente do PMDB, é dito que a aliança com o PP de Márcio Búrigo será pelo menos discutida nas instâncias formais do partido.

Sai fora

Acélio Casagrande oficializa hoje a sua demissão do comando da Secretaria de Articulação Nacional do governo catarinense.
Faz isso para cumprir a lei e ficar habilitado para a eleição de Criciúma.
Acélio é o nome mais bem posicionado do PMDB nas pesquisas para prefeito.

Sai fora 2

O delegado regional de polícia Jorge Koch também pediu demissão para disputar a eleição.
Será candidato a prefeito de Orleans. Opera para tentar montar uma grande aliança.

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