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Adelor Lessa

Márcio rejeitou adiamento, tomou posse e reúne secretariado neste sábado

28/02/2015

É compreensível a decisão de Márcio Búrigo de tomar posse o mais rápido possível. Os 42 dias em que ficou fora do comando da Prefeitura, sem nunca ter sido sequer processado, foram profundamente angustiantes. Não tinha como postergar, mesmo com determinação para assumir, apenas por uma tênue possibilidade.
Agora, se o Supremo Tribunal decidir no julgamento que fará na quinta-feira de um caso semelhante ao de Criciúma tomar uma decisão que provoque mudança de novo no comando da cidade, não há o que fazer. Tem que cumprir. E não há que atribuir culpa a Márcio, nem a Clésio Salvaro. A culpa pela instabilidade política da cidade é só do Judiciário, que abre "janelas" para toda esta confusão.
Sexta, Márcio e Clésio foram inteligentes no cumprimento de suas obrigações. Sem alarde, sem manifestações, sem festa. A cidade está cansada de tudo isso. Clésio esperou o presidente da Câmara, vereador Ricardo Fabris, no seu gabinete, assinou a notificação, e saiu com o próprio Ricardo, pela porta da frente da Prefeitura, sem avisar ninguém (foto). Márcio mandou desarticular uma mobilização que os filiados do PP e aliados estavam fazendo, que deveria reunir em torno de 500 pessoas. Pediu uma cerimônia de posse rápida e discreta. Assim foi feito (foto).
Hoje, 8h30min, no Paço, faz primeira reunião do secretariado, com os que estão definidos. Há ainda espaços abertos e dúvidas sobre a continuidade de alguns que estavam no governo quando ele foi "destituído". Um deles, Giovanni Zappelini, presidente da ASTC.

O vice

Sexta poderia ter sido a posse do prefeito e vice. Mas Verceli Coral pediu ao presidente da Câmara, Ricardo Fabris, que a sua posse fosse "em gabinete", na segunda-feira. Como a legislação permite, Fabris acatou.

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