Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página

Adelor Lessa

Se não tiver reforço policial, eleição estará ameaçada

26/09/2016

De novo, a disputa política no Balneário Rincão é marcada pela participação da bandida-gem. Os tiros desferidos contra uma repartição pública, no prédio onde moram integrantes do governo local, não podem ser tratados como fato isolado.
O Rincão já teve tiros desferidos contra a casa do prefeito durante o mandato e outros casos em que tentam encerrar o assunto "na bala". O que é próprio da bandidagem.
As autoridades que têm responsabilidade com o bom andamento da eleição precisam agir logo. Antes que aconteça uma tragédia. E não é exagero ne-nhum trabalhar com esta possibilidade, por tudo que tem acontecido nos últimos quatro anos no Rincão.
O processo eleitoral tem que ser marcado pela liberdade de expressão, manifestação e circulação. Mas como garantir que assim seja quando um grupo anda pelas ruas com revolver na cintura, dando tiros a torto e a direito?
É preciso colocar a polícia nas ruas no Rincão. E talvez seja o caso de retirar de circulação, preventivamente, aqueles que oferecem maior risco.
Faz mais ou menos três décadas, um juiz eleitoral encheu um ginásio de esportes em Araranguá, na sexta-feira à noite, antes da eleição. Mandou para lá aqueles que poderiam criar problemas no dia do voto ou na noite anterior. Seja pela violência, ou pela compra de votos. Soltou todo mundo no domingo, depois das 17h. E a eleição transcorreu numa
calmaria de convento.

A maior

PMDB, em Içara e Sombrio, e PSDB, em Criciúma, disputam a maior (e mais elástica) vitória de toda a região.

Últimas de Adelor Lessa

Veja mais